Aqui fica a minha singela homenagem a uma mulher que eu admiro ...e ela sabe disso!
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A maioria dos partidos portugueses juntou-se num esforço sobre humano para educar o povo e livra-lo da sua burrice. Com receio que os eleitores não conseguissem perceber a diferença entre um voto para um 1º ministro e um presidente da câmara foi votado pela maioria que devemos ir as urnas 2 vezes…não vá o Burro do Povo meter o pé na argola!!!!
Depois temos o presidente da republica para não se comprometer e porque o único partido que votou contra foi o PSD não faz nada Mesmo todos sabendo que ele não concorda…por isso lá veio o senhor explicar a nação no passado sábado que vamos ter 2 actos eleitorais (27 de Setembro e 11 de Outubro)… mesmo se foi calculado que se poupava a módica quantia de 4 milhões… Estamos em crise mas não se nota nada!!!!...mas sobretudo não obrigavam as pessoas a ir as urnas 2 vezes…mas claro..os partidos acham que somos todos burros e depois iríamos eleger um 1º ministro que no fundo ninguém queria!!!
É nestas alturas que gosto cada vez mais destes políticos!!!! Depois não se queixam é dos 60% dos eleitores que não vão as urnas…pois se ninguém tem consideração por nós como é que querem que tenham por eles???
Já para não falar na falta de interesse e constante adiamento do voto electrónico...para o IRS somos capazes mas depois para eleições já não dá!!! Enfim....
Talvez no dia que , quanto menos pessoas votarem menos deputados são eleitos, eles se vão realmente preocupar com o facto de haver abstenção !!!!
Post inspirado no editorial da revista sábado nº269
D. Pedro I casou em 1336, em segundas núpcias, com D.Constança Manuel, uma princesa castelhana. Devido a várias guerras entre Portugal e Castela, D. Constança só chegou a Portugal em 1339. No seu séquito, ela trazia a camareira Inês de Castro, que provinha de uma antiga e poderosa família nobre castelhana. D. Pedro I apaixonou-se por ela. Em 1345, D. Constança morrera 14dias após o parto do seu filho sobrevivente, D.FernandoI.
D. Pedro I passou a viver publicamente com D. Inês, nascendo desta relação três filhos. O pai de D. Pedro I, D Afonso IV, não aceitou esta relação, combatendo-a e, em 1335, condenou D. Inês à morte por alta traição.
Após subir ao trono, D. Pedro I vingou a morte da sua amada (afirmando ter-se casado com ela em segredo no ano de 1354) e decretou que se honrasse D. Inês como rainha de Portugal.
Quando em 1361 os sarcófagos estavam prontos, D. Pedro I mandou colocá-los na parte sul do transepto da igreja de Alcobaça e trasladar os restos mortais de D. Inês de Coimbra para Alcobaça, sob o olhar da maior parte da nobreza e da população. No seu testamento, D. Pedro I determinou ser enterrado no outro sarcófago de forma a que, quando o casal ressuscitasse no dia do Juízo Final, se olhassem nos olhos (de acordo com as fontes, só existiria o pedido de ser lida diariamente uma missa junto aos seus túmulos).
No dia 1 de Agosto de 1569, o rei D. Sebastião I (1554-1578), cujo tio era o cardeal D. Henrique, abade de Alcobaça, mandou abrir os túmulos. De acordo com os relatos de dois monges presentes, enquanto os túmulos eram abertos, o rei recitava textos alusivos ao amor de D. Pedro e de D. Inês. Durante a Invasão Francesa do ano de 1810 os dois túmulos não só foram danificados de forma irreparável, como ainda foram profanados pelos soldados. O corpo embalsamado de D. Pedro foi retirado do caixão e envolvido num pano de cor púrpura, enquanto a cabeça de D. Inês, que ainda continha cabelo louro, foi atirado para a sala ao lado, para junto dos outros sarcófagos. Os monges reuniram posteriormente os elementos dos túmulos e voltaram a selá-los. Após o ano de 1810, os túmulos foram sendo colocados em vários sítios da igreja, para voltarem à sua posição inicial no transepto, frente a frente, em 1956. Agora, os túmulos são o destino de muitos apaixonados, que muitas vezes os visitam no dia do seu casamento, para fazerem juras de amor eterno e de fidelidade defronte aos dois túmulos.